Um assunto por dia, do mais provável ao menos: o que a sua prova cobra nele, onde se erra e o que conferir na véspera. Os 3 dias que sobram até a prova ficam livres.
prova em 13/09/2026
pré-visualização 42 das 42 páginas ainda não passaram por revisão médica. Elas estão aqui para serem revisadas, não para estudo definitivo — e cada uma repete este aviso no próprio cabeçalho.
A lista dos assuntos é a mesma da aposta registrada, fechada antes da prova com data e hash. O método que a montou foi medido em 35,0% de cobertura contra 10,3% que uma lista ao acaso cobriria — 3,40× o acaso.
A faixa histórica do mesmo método vai de 0,67× a 2,80×, e o mínimo ficou abaixo do acaso. Ele está aqui porque aconteceu: Esta revisão organiza o estudo pelos assuntos que medimos como mais prováveis. Não é garantia de que cairão: o método foi medido contra o acaso e a faixa histórica inclui um caso abaixo dele.
252 questões da própria base da prova, 6 de cada assunto e 36 por dia, dentro do app — com o gabarito só depois da sua resposta e o desempenho registrado. Aqui fora elas apareceriam com gabarito à mostra, que é a forma menos útil de revisar.
dia 1 de 7 · 6 assuntos · 36 questões
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A dor migratória para a fossa ilíaca direita com defesa é apendicite até prova em contrário, e a decisão é operar, não repetir exame.
A vinheta descreve dor abdominal com evolução no tempo e pede o passo seguinte. O que a banca testa é se você reconhece o padrão de irritação peritoneal e aceita decidir sem exame confirmatório — o cenário é quase sempre o pronto-socorro, e o distrator é sempre um exame a mais.
| Padrão da vinheta | Hipótese | O que decide |
|---|---|---|
| Dor periumbilical que migra para a fossa ilíaca direita, com defesa | Apendicite aguda | Quadro clínico com irritação peritoneal já indica cirurgia |
| Dor em hipocôndrio direito após alimentação gordurosa, com Murphy | Colecistite aguda | Ultrassonografia confirma e a colecistectomia é precoce |
| Dor em fossa ilíaca esquerda em paciente mais velho, com febre | Diverticulite aguda | Tomografia estadia e separa quem drena de quem só recebe antibiótico |
| Dor epigástrica intensa em faixa, com náusea, após libação ou litíase | Pancreatite aguda | O diagnóstico é clínico-laboratorial; a imagem inicial procura a causa |
para levar decorado
A migração da dor vale mais que qualquer exame
O deslocamento do umbigo para a fossa ilíaca direita é o achado com maior poder de discriminação da vinheta, e é ele que a banca planta quando quer testar se você opera sem imagem.
como já cobrou
O formato mais frequente descreve a evolução da dor no tempo, acrescenta um achado de exame físico e pergunta a conduta imediata; as alternativas erradas oferecem exames complementares plausíveis que só adiariam a decisão.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Não é imagem: é o painel de uma mulher jovem com dor abdominal, e cada linha existe para excluir um diagnóstico concorrente. A leucocitose com desvio confirma processo inflamatório agudo; o beta-hCG negativo tira gestação ectópica da mesa; e a leucocitúria com hematúria é a pegadinha — ela parece infecção urinária, mas o apêndice inflamado encostado no ureter produz exatamente esse sedimento. O quadro laboratorial aqui não fecha diagnóstico nenhum: ele serve para você não trocar apendicite por pielonefrite e mandar a paciente para casa com antibiótico.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Neste assunto a prova quase nunca pede tratamento oncológico: ela descreve uma síndrome clínica e espera que você nomeie o tumor provável e peça o exame que fecha o diagnóstico.
A banca monta a vinheta com o quadro já formado e cobra a hipótese: o eixo dominante é diagnóstico provável, e o raciocínio pedido é reconhecimento — juntar achados que só fecham numa doença. Quando pede conduta, pede o primeiro exame, não o esquema oncológico.
| Pista que a banca planta | Hipótese | Primeiro exame |
|---|---|---|
| Icterícia progressiva, colúria e prurido com emagrecimento e vesícula palpável | Tumor periampular ou de cabeça de pâncreas | Tomografia de abdome com contraste |
| Disfagia que começa em sólidos e chega a líquidos, com tabagismo e etilismo | Câncer de esôfago | Endoscopia digestiva alta com biópsia |
| Dispepsia refratária com perda ponderal em adulto de meia-idade | Neoplasia gástrica | Endoscopia digestiva alta com biópsia |
| Anemia ferropriva em homem ou em mulher na pós-menopausa | Neoplasia colorretal | Colonoscopia |
| Hipoglicemia sintomática que alivia com glicose | Tumor neuroendócrino pancreático | Dosagens durante jejum supervisionado e imagem |
para levar decorado
Vesícula palpável com icterícia indolor é obstrução maligna até prova em contrário
É o sinal de Courvoisier: a vesícula distende quando a obstrução do colédoco é lenta e distal, o que aponta tumor periampular; cálculo costuma cursar com vesícula fibrosada e dor em cólica.
PCDT Adenocarcinoma de Colon e Reto
Protocolo clinico e diretrizes terapeuticas. Portaria SAES/SCTIE/MS 25/2025.
vigência 11/12/2025 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
O formato mais frequente monta a vinheta com um punhado de achados que só fecham numa hipótese e pergunta qual é a principal suspeita, ou qual exame deve ser pedido primeiro; as alternativas erradas costumam ser exames plausíveis para outra hipótese do mesmo aparelho.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Corte axial de abdome superior com contraste. A banca não espera que você feche o diagnóstico pela imagem: a vinheta já entregou icterícia progressiva com emagrecimento em etilista, e a figura serve para confirmar obstrução biliar de causa tumoral. O que decide a resposta é reconhecer que esse quadro pede tomografia de abdome — e não ultrassonografia de vias biliares, que é a armadilha quando se lê icterícia e se pensa em cálculo.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A banca costuma esconder a tireoide dentro de outro quadro — depressão, pós-operatório, gestação, nódulo achado por acaso — e pergunta a hipótese ou o exame que a confirma.
Exame inicial e hipótese diagnóstica empatam no topo, com aplicação de protocolo no raciocínio. A distribuição é mais espalhada que nos outros dias, então vale menos decorar um padrão e mais dominar a sequência de investigação, que serve a todos os formatos.
para levar decorado
Nódulo de tireoide começa no hormônio estimulante, não na ultrassonografia
O valor do hormônio estimulante bifurca a investigação: suprimido leva à cintilografia, normal ou elevado leva à ultrassonografia com estratificação de risco e eventual punção.
como já cobrou
Um formato apresenta sintomas inespecíficos com um detalhe somático que denuncia a glândula e pede a hipótese; outro apresenta um nódulo achado no exame físico e pede o exame que deve vir primeiro na investigação.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Este assunto se divide em duas metades: fechar diagnóstico com o critério certo, e decidir o próximo passo diante de um exame que voltou fora da meta ou de uma emergência hiperglicêmica.
A cobrança se divide entre decidir o próximo passo e fechar o diagnóstico, com aplicação de protocolo no raciocínio. É também o único assunto da série em que o classificador nomeou uma armadilha estrutural — contraindicação de metformina —, e ela aparece em poucas questões: sinal fraco, que vale como aviso e não como padrão.
| Exame | Ponto de corte | Precisa de confirmação? |
|---|---|---|
| Glicemia de jejum | maior ou igual a 126 mg/dL | Sim, se a pessoa é assintomática |
| Glicemia 2 horas após sobrecarga com 75 g de glicose | maior ou igual a 200 mg/dL | Sim, se a pessoa é assintomática |
| Hemoglobina glicada | maior ou igual a 6,5% | Sim, se a pessoa é assintomática |
| Glicemia casual com sintomas clássicos | maior ou igual a 200 mg/dL | Não |
para levar decorado
126, 200 e 6,5 — e só o sintoma dispensa a segunda dosagem
Jejum a partir de 126 mg/dL, sobrecarga ou casual a partir de 200 mg/dL, glicada a partir de 6,5%; a repetição é obrigatória, exceto quando há sintomas clássicos com glicemia casual elevada.
Insulinas analogas de acao prolongada para DM2
CONITEC relatorio n 948. Portaria SECTICS/MS 59/2024.
vigência 29/11/2024 · fonte primária
PCDT Diabete Melito tipo 2 (atualizacao)
CONITEC relatorio n 882. Portaria SECTICS/MS 07/2024.
vigência 01/03/2024 · fonte primária
Dapagliflozina para diabete melito tipo 2
CONITEC relatorio n 802. Portaria SECTICS/MS 09/2023.
vigência 05/04/2023 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
Um formato traz resultados laboratoriais e pergunta quem preenche critério diagnóstico; outro traz alguém já em tratamento, com uma comorbidade cardiovascular ou renal declarada, e pergunta qual droga acrescentar.
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como ler
A banca entrega estes valores para você aplicar critério, não para procurar um achado. As três linhas que fecham cetoacidose diabética são hiperglicemia, acidose e cetose — juntas, nunca uma isolada. A leucocitose sem foco é reação ao estresse metabólico e não indica antibiótico, e o sódio baixo é dilucional pela hiperglicemia e sobe com a correção. Reconhecer essas duas como distratores é o que separa quem trata de quem persegue exame alterado.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Quase toda questão deste assunto é a mesma pergunta disfarçada: dada a comorbidade que a vinheta plantou, qual método contraceptivo é seguro e qual está proibido.
O classificador não reconhece comando na maioria destas questões, então o padrão de cobrança é sinal fraco aqui. O que se enxerga com clareza é o raciocínio: aplicação de critério, e o critério aplicado é quase sempre elegibilidade médica diante de uma condição clínica.
Sinal fraco: em 61% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| Condição plantada na vinheta | Combinado com estrogênio | Alternativa segura |
|---|---|---|
| Enxaqueca com aura | Categoria 4 — não usar | Progestagênio isolado, dispositivo de cobre ou de levonorgestrel |
| Lúpus com anticorpo antifosfolípide positivo | Categoria 4 — não usar | Progestagênio isolado ou dispositivo de cobre |
| Trombose venosa atual ou prévia | Categoria 4 — não usar | Progestagênio isolado ou dispositivo de cobre |
| Amamentando com menos de 6 semanas de pós-parto | Categoria 4 — não usar | Progestagênio isolado; dispositivo até 48 horas ou após 4 semanas |
| Fumante a partir de 35 anos | Categoria 3 ou 4 conforme a carga tabágica | Progestagênio isolado ou dispositivo intrauterino |
para levar decorado
Aura, antifosfolípide ou trombose: fora o estrogênio
As três são categoria 4 para o combinado hormonal; a saída é progestagênio isolado ou dispositivo intrauterino, que não carregam o risco trombótico do estrogênio.
Contraceptivos injetaveis mensais
CONITEC relatorio n 724. Portaria SCTIE/MS 40/2022.
vigência 28/04/2022 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
A vinheta apresenta uma mulher que quer iniciar contracepção e planta uma condição clínica no meio da história; as alternativas listam métodos, e a correta é a que respeita o critério de elegibilidade daquela condição.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O classificador abstém na maioria destas questões, então o padrão é sinal fraco; o que se vê é a aplicação dos atributos da atenção primária a um caso concreto — quem resolve, quem coordena e quando encaminhar.
O sinal aqui é fraco: em boa parte destas questões o classificador não reconheceu um comando claro, então o que segue orienta a leitura sem fechar um perfil de cobrança. O que se observa é a vinheta de equipe — um paciente que reaparece, uma demanda que não cabe na consulta — pedindo a conduta, e o teste é aplicar os atributos a um caso concreto em vez de recitar a lista.
Sinal fraco: em 54% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| Atributo | Na prática | O erro que o nega |
|---|---|---|
| Primeiro contato | A equipe é a porta de entrada para a necessidade nova | Mandar direto ao pronto-socorro o que a unidade resolve |
| Longitudinalidade | O vínculo se mantém ao longo do tempo, não por episódio | Atender só a queixa do dia e não retomar o problema de fundo |
| Integralidade | Promoção, prevenção e cuidado convivem na mesma consulta | Separar a consulta de doença da consulta de prevenção |
| Coordenação | A equipe organiza o percurso mesmo quando encaminha | Encaminhar e considerar o caso resolvido |
para levar decorado
Encaminhar não é transferir
A coordenação do cuidado permanece com a equipe de família enquanto o paciente circula pelos outros níveis; a alternativa que 'resolve' encaminhando e some do caso é a errada.
como já cobrou
A vinheta descreve uma situação de organização do cuidado — retorno frequente, demanda que não cabe na agenda, conflito entre urgência e programada — e pergunta a conduta da equipe; a alternativa errada costuma ser a que transfere o problema para outro nível.
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dia 2 de 7 · 6 assuntos · 36 questões
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Aqui a banca raramente pergunta o diagnóstico: ela descreve alguém que já está em uso problemático de uma substância e quer o próximo passo do cuidado.
É o assunto com o padrão mais nítido da série: a maioria pede a próxima conduta, com aplicação de protocolo. A vinheta descreve alguém já em uso problemático, e a alternativa correta é uma conduta de atenção primária — não um encaminhamento genérico.
| Cenário da vinheta | O que a questão pede | Conduta esperada |
|---|---|---|
| Tabagismo com falhas anteriores e dependência alta | Plano terapêutico | Abordagem cognitivo-comportamental somada a farmacoterapia |
| Uso de álcool com prejuízo no trabalho e lacunas de memória | Avaliação antes do rótulo | Instrumento de rastreio estruturado e intervenção breve |
| Confusão flutuante e desorientação em internação de etilista | Conduta imediata | Reposição de tiamina, sedação criteriosa e monitorização |
| Uso prolongado de benzodiazepínico com tolerância e queixa de memória | Conduta ambulatorial | Desmame gradual pactuado, com alternativa não farmacológica para o sono |
| Rebaixamento de consciência com pupilas puntiformes e depressão respiratória | Conduta imediata | Suporte ventilatório e antagonista opioide |
para levar decorado
No etilista, tiamina antes da glicose
A glicose consome tiamina para ser metabolizada; oferecê-la a quem já está depletado pode desencadear encefalopatia de Wernicke, que é evitável e não é reversível por completo.
como já cobrou
A vinheta descreve uma pessoa em uso problemático de uma substância, com detalhes que indicam gravidade ou motivação, e pergunta qual é a conduta ou o plano terapêutico mais adequado naquele ponto do cuidado.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A pergunta é sempre sobre prevenção aplicada a um caso concreto: pode vacinar esta pessoa, agora, com esta vacina — e, se não pode, o que fazer no lugar.
O eixo da resposta é prevenção em quase todas, sem nenhuma abstenção do classificador — é o assunto mais homogêneo da série. A vinheta planta uma condição (idade, imunossupressão, gestação, esquema incompleto) e a alternativa correta aplica a regra do calendário àquela condição.
Sinal fraco: em 70% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| Condição plantada | Regra | Detalhe que a banca cobra |
|---|---|---|
| Gestação ou imunossupressão grave | Vacina de vírus vivo atenuado contraindicada | As vivas do calendário incluem BCG, rotavírus, febre amarela, tríplice viral, tetraviral, varicela e dengue |
| Uso de corticoide sistêmico em dose imunossupressora | Adiar vacina viva | Prednisona a partir de 2 mg/kg/dia por 14 dias ou mais é a dose de referência |
| Adolescente com esquema incompleto | Completar, nunca recomeçar | Aproveitar o contato para dupla adulto, hepatite B, tríplice viral e febre amarela |
| Vacinação contra HPV na faixa preconizada | Dose única para o público-alvo de rotina | Imunossuprimidos e vítimas de violência sexual mantêm esquema com mais doses e faixa etária ampliada |
para levar decorado
Gestante e imunossuprimido grave: nada de vírus vivo atenuado
As vivas do calendário são BCG, rotavírus, febre amarela, tríplice viral, tetraviral, varicela e dengue; nesses dois grupos protege-se por vacinas não vivas e por bloqueio dos contactantes.
Vacina hexavalente acelular para criancas imunodeprimidas
Incorporacao da hexavalente acelular ate 6a11m29d em imunodeprimidos e condicoes especiais. Portaria SECTICS/MS 70/2025.
vigência 02/10/2025 · fonte primária
Vacina dengue tetravalente atenuada
CONITEC relatorio n 871. Portaria SECTICS/MS 72/2023.
vigência 22/12/2023 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
A vinheta traz alguém que chega ao serviço para atualizar a situação vacinal e planta uma condição que muda a regra; as alternativas oferecem condutas de vacinação, e a correta é a que respeita a contraindicação ou a regra de aproveitamento de doses.
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como ler
Dois painéis: em cima, os casos que seriam esperados se a vacina protegesse apenas quem a recebeu; embaixo, os casos que de fato ocorreram. A distância entre as duas curvas é o efeito indireto — a vacinação reduziu a doença também entre os não vacinados. A banca usa o gráfico para cobrar imunidade coletiva como conceito, não para você extrair valores: o que decide a resposta é entender que queda maior que a esperada prova proteção além do vacinado.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A vinheta cria um conflito entre dever e vontade, e a resposta certa costuma ser a que preserva autonomia e sigilo sem abandonar o paciente.
A vinheta monta um conflito: família que pede silêncio, adolescente que pede sigilo, paciente que recusa tratamento. As alternativas oferecem saídas confortáveis, e a resposta certa é a que preserva autonomia e sigilo sem abandonar o cuidado.
| Situação | O que a alternativa fácil faz | O que preserva |
|---|---|---|
| Família pede para não contar o diagnóstico | Aceita e informa apenas a família | O paciente decide o que quer saber; a informação é dele |
| Adolescente pede sigilo | Exige a presença dos pais para qualquer atendimento | Atendimento e sigilo são direito dele; a quebra exige risco à vida e comunicação a ele |
| Paciente recusa o tratamento indicado | Impõe o tratamento ou abandona o caso | Verificar capacidade, informar consequências, respeitar a recusa e seguir cuidando |
| Terceiro pede informação sobre o paciente | Compartilha por parecer razoável | Sigilo só cede por justa causa, dever legal ou autorização do próprio |
para levar decorado
O sigilo é do paciente, não do médico
Como o sigilo pertence ao paciente, só ele pode liberá-lo — por isso a vontade da família nunca é justificativa suficiente.
como já cobrou
A vinheta constrói um conflito entre o que alguém pede e o que o paciente quer, e pergunta a conduta; as alternativas erradas são as socialmente confortáveis, e a certa é a que mantém o paciente como titular da decisão.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
É priorização pura: a banca monta um politraumatizado com vários problemas e quer saber qual você resolve primeiro.
O enunciado empilha achados de propósito: um paciente com vários problemas ao mesmo tempo e cinco alternativas plausíveis. A pergunta real nunca é o que está errado, e sim o que se resolve primeiro — a ordem é a resposta.
para levar decorado
A pergunta nunca é o que está errado, é o que vem primeiro
Em prova de trauma as alternativas costumam ser todas condutas válidas; a que responde é a que ocupa a posição mais alta na sequência de avaliação.
como já cobrou
O enunciado apresenta um paciente com vários achados simultâneos e pergunta qual conduta vem primeiro; as alternativas erradas são todas corretas em algum momento do atendimento, e o que as torna erradas é a posição na sequência.
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como ler
Três linhas e um diagnóstico: hipotensão com taquicardia e taquipneia num homem com amputação traumática e sangramento ativo. Isso é choque hemorrágico, e a tabela existe para você não perder tempo procurando outra explicação. A conduta que ela cobra vem antes de qualquer exame — controlar o sangramento externo e repor —, e o erro que a banca planta é usar esses mesmos números para justificar transporte imediato à tomografia.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Este é o dia mais previsível da semana: a vinheta entrega um laudo citológico e pergunta a conduta, e a resposta sai de uma tabela pequena que dá para memorizar inteira.
É o padrão mais concentrado da série: a maioria pede a próxima conduta, e quase toda a amostra exige aplicação direta de protocolo. A vinheta traz o resultado do exame citopatológico e a alternativa correta é o encaminhamento ou o intervalo de repetição previsto para aquele laudo.
| Resultado da citologia | Conduta | Alternativa que parece certa e não é |
|---|---|---|
| Atipia escamosa de significado indeterminado, abaixo de 25 anos | Repetir a citologia em 3 anos | Investigar como se fosse adulta |
| Atipia escamosa de significado indeterminado, de 25 a 29 anos | Repetir a citologia em 12 meses | Encaminhar direto à colposcopia |
| Atipia escamosa de significado indeterminado, a partir de 30 anos | Repetir a citologia em 6 meses | Usar o mesmo intervalo de todas as idades |
| Lesão intraepitelial de baixo grau, a partir de 25 anos | Repetir a citologia em 6 meses | Colposcopia imediata |
| Atipia que não afasta alto grau, lesão de alto grau, atipia glandular ou suspeita de invasão | Colposcopia | Repetir a citologia e reavaliar depois |
para levar decorado
Sigla com H vai para a colposcopia
ASC-H e HSIL têm H e vão direto à colposcopia; ASC-US e LSIL, sem H, são repetição de citologia no intervalo que a idade define. A exceção a decorar é a atipia glandular, que não tem H e também vai à colposcopia.
Testagem molecular para deteccao de HPV e rastreamento do cancer do colo do utero
CONITEC relatorio n 878. Portaria SECTICS/MS 03/2024.
vigência 08/03/2024 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
A vinheta apresenta uma pessoa assintomática que retorna com o resultado do exame preventivo e transcreve o laudo; as alternativas oferecem intervalos de repetição e encaminhamentos, e a correta é a prevista no protocolo para aquele resultado naquela idade.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
As questões giram em torno das síndromes geriátricas e da avaliação funcional — o que o idoso consegue fazer decide mais que o diagnóstico isolado.
As vinhetas trazem queda, confusão aguda, incontinência ou perda funcional e pedem a conduta. O padrão é que a queixa isolada seja a ponta de um problema geral, e a resposta certa quase sempre passa por avaliar função e revisar prescrição.
| Queixa da vinheta | O que investigar primeiro | O erro que a banca planta |
|---|---|---|
| Confusão de início súbito com flutuação e desatenção | Causa aguda: infecção, droga, dor, retenção, distúrbio metabólico | Chamar de demência e prescrever antipsicótico |
| Queda | Revisão de medicação, visão, marcha, equilíbrio e ambiente | Restringir ao leito para evitar a próxima |
| Sintoma novo em paciente polimedicado | A própria lista de medicamentos, antes de qualquer hipótese nova | Somar mais um fármaco à cascata |
| Perda de peso e fraqueza progressivas | Avaliação funcional, nutrição, humor e a lista de diagnósticos junto | Tratar cada achado isolado sem olhar a função |
para levar decorado
Desprescrever é conduta, não omissão
Em idoso polimedicado, retirar o fármaco que causou o sintoma é intervenção ativa — e é a alternativa que os alunos evitam por parecer que 'não faz nada'.
como já cobrou
O caso descreve um idoso com uma queixa aparentemente simples e uma lista de medicamentos que parece cenário, mas é a pista; a pergunta é de conduta, e a alternativa certa costuma retirar algo em vez de acrescentar.
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dia 3 de 7 · 6 assuntos · 36 questões
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A banca separa dengue, zika e chikungunya pelo sintoma que domina o quadro, e cobra o sinal de alarme que muda a conduta.
O enunciado monta um quadro febril agudo em área endêmica e pede a hipótese ou a conduta. A separação entre as três doenças vem do sintoma que domina, e a segunda camada da questão é o sinal de alarme — é ele que decide entre observar e internar.
| O que domina o quadro | Aponta | O que muda na conduta |
|---|---|---|
| Febre alta com mialgia intensa e cefaleia retro-orbitária | Dengue | Hidratar e vigiar o momento da queda da febre |
| Artralgia intensa que incapacita e persiste depois da febre | Chikungunya | Analgesia sem anti-inflamatório enquanto dengue não for afastada |
| Exantema pruriginoso com conjuntivite não purulenta e febre baixa | Zika | Investigação e vigilância própria na gestante |
| Dor abdominal intensa, vômito persistente, letargia, sangramento de mucosa | Sinal de alarme, em qualquer delas | Muda o local do cuidado: hidratação vigiada |
para levar decorado
Quando a febre cai, o risco sobe
O extravasamento de plasma da dengue começa na defervescência, então o paciente que 'melhorou da febre' é justamente o que precisa ser reavaliado, não o que recebe alta.
Vacina dengue tetravalente atenuada
CONITEC relatorio n 871. Portaria SECTICS/MS 72/2023.
vigência 22/12/2023 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
A vinheta descreve um quadro febril agudo com um sintoma que se destaca dos demais e pede a hipótese, ou acrescenta um achado novo no terceiro dia e pergunta a conduta; o distrator explora justamente a melhora da febre como se fosse melhora do quadro.
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como ler
São os sinais vitais de uma primigesta no quinto dia de febre, e o que importa é a pressão. Ela está no limite inferior num contexto de arbovirose com exantema que surgiu quando a febre piorou — é o momento em que o extravasamento de plasma começa. A altura uterina e os batimentos fetais estão preservados, o que diz que o feto ainda não sofreu e que a decisão é sobre a mãe. Leia esta tabela como um alerta de fase crítica, não como estabilidade: o paciente de dengue que preocupa é justamente o que já não tem febre alta.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O que decide a conduta é a estabilidade do paciente, não o nome da arritmia no traçado.
A banca entrega um traçado ou uma descrição de ritmo junto de sinais vitais, e as alternativas oferecem drogas. O teste está em olhar o paciente antes do traçado: a estabilidade decide a conduta, e o nome da arritmia só escolhe o detalhe.
para levar decorado
Instável cardioverte; estável se pensa
A estabilidade hemodinâmica é a primeira bifurcação de todo algoritmo de arritmia, e ela decide antes de qualquer classificação do ritmo.
como já cobrou
O caso traz um ritmo alterado com sinais vitais explícitos e oferece drogas nas alternativas; a chave está nos sinais vitais, e o distrator é a droga clássica daquela arritmia oferecida a um paciente que já não tem tempo para ela.
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como ler
Tira de ritmo de uma derivação: QRS estreito, ritmo regular, frequência muito alta e sem onda P visível antes de cada complexo. É o padrão de taquicardia supraventricular numa mulher jovem, consciente e orientada depois de álcool e energético. O traçado não é a resposta: ele confirma que o complexo é estreito e que o ritmo é regular, e quem decide a conduta é a linha do enunciado que diz que ela está estável — porque estável dá tempo para manobra vagal antes de qualquer choque.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A cobrança é a conduta diante de uma pressão alta: quando é urgência, quando é emergência, e quando é só ajustar o tratamento na consulta.
Duas formas dominam: o paciente ambulatorial cujo tratamento precisa de ajuste e o que chega ao pronto-socorro com pressão muito alta. A distinção entre urgência e emergência é o eixo da questão, e ela se faz pela lesão de órgão-alvo em curso, não pelo valor no aparelho.
| Cenário | O que define | Conduta |
|---|---|---|
| Emergência hipertensiva | Lesão de órgão-alvo em curso: neurológica, cardíaca, renal, ocular | Redução controlada com medicação parenteral, em ambiente monitorizado |
| Urgência hipertensiva | Valores muito altos com risco, sem lesão aguda em curso | Redução por via oral, com reavaliação em curto prazo |
| Pressão elevada assintomática | Achado isolado, sem sintoma e sem lesão aguda | Ajuste ambulatorial do tratamento; baixar rápido causa isquemia |
para levar decorado
O que urge é o órgão, não o número
O valor da pressão não define emergência: define a existência de lesão aguda de órgão-alvo. Sem ela, a redução rápida faz mal em vez de bem.
Monitorizacao residencial da pressao arterial para diagnostico de hipertensao
CONITEC relatorio n 817. Portaria SECTICS/MS 22/2023.
vigência 11/05/2023 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
A vinheta entrega uma medida alta acompanhada de um sintoma ambíguo — cefaleia, tontura, mal-estar — e pergunta a conduta; a resposta depende de reconhecer se aquele sintoma representa lesão de órgão em curso ou apenas acompanha o susto do paciente.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Tosse prolongada pede investigação com teste rápido molecular, e o esquema básico é o mesmo para a maioria — o que muda é quem rastrear e como tratar o contato.
As questões chegam por dois caminhos: o sintomático respiratório que precisa ser investigado e o contato que precisa ser avaliado. O que a banca mede é se você escolhe o exame que confirma e se sabe que tratar a infecção latente é conduta, não excesso de zelo.
para levar decorado
Antes de tratar o latente, prove que não é ativo
Tratar infecção latente com esquema de dose única em quem tem doença ativa seleciona resistência — por isso a ordem é rígida, e é a ordem que a banca cobra.
Pretomanida para tuberculose resistente
CONITEC relatorio n 849. Portaria SECTICS/MS 49/2023.
vigência 22/09/2023 · fonte primária
Teste IGRA para infeccao latente por M. tuberculosis (ampliacao de uso)
CONITEC relatorio n 781. Portaria SCTIE/MS 171/2022.
vigência 08/12/2022 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
Ou a vinheta traz o sintomático respiratório e pergunta o exame inicial, ou traz o familiar de um caso confirmado e pergunta o que fazer com ele; a alternativa errada mais comum troca a ordem entre afastar doença ativa e tratar a infecção latente.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A conduta coletiva começa na suspeita e não na confirmação, e ela não termina na notificação: contatos e bloqueio fazem parte da mesma resposta.
O sinal é fraco nesta amostra e o padrão abaixo orienta a leitura sem afirmar como a prova cobra. O que aparece é aplicação de norma: diante de um caso suspeito na unidade, o que notificar, com que urgência e a quem — e o erro cobrado é sempre o de esperar.
Sinal fraco: em 56% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
para levar decorado
Notifica-se a suspeita, não o diagnóstico
A notificação existe para acionar a investigação; exigir confirmação antes de notificar inverte a função do sistema e é o erro cobrado.
como já cobrou
A vinheta traz um caso suspeito na unidade e pergunta a conduta de saúde coletiva; as alternativas erradas propõem esperar — o exame, a confirmação, um segundo caso — e é justamente a espera que a norma não admite.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A cobrança é o que fazer em cada consulta: qual exame naquele trimestre, qual achado muda o risco e quando encaminhar ao alto risco.
As questões seguem o calendário: qual exame naquele trimestre, o que fazer com um resultado, quando a gestante deixa de ser risco habitual. O distrator típico transforma um achado isolado em classificação de risco.
| Achado na consulta | Muda a classificação? | Conduta |
|---|---|---|
| Um exame alterado isolado, sem repercussão clínica | Não por si só | Repetir, contextualizar e seguir no pré-natal de risco habitual |
| Condição clínica prévia relevante ou intercorrência obstétrica estabelecida | Sim | Encaminhar ao pré-natal de alto risco mantendo o vínculo com a equipe |
| Cefaleia, epigastralgia ou alteração visual no terceiro trimestre | É sinal de alerta, não classificação | Avaliação imediata para síndrome hipertensiva |
| Redução dos movimentos fetais relatada pela gestante | É sinal de alerta | Avaliar vitalidade fetal, sem tranquilizar por telefone |
para levar decorado
Quem classifica é a condição, não o exame
O risco gestacional se define pela condição clínica e obstétrica; um valor alterado sozinho pede repetição e contexto, não mudança de nível de atenção.
Deteccao pre-natal de HTLV 1/2 em gestantes
CONITEC relatorio n 880. Portaria SECTICS/MS 13/2024.
vigência 05/04/2024 · fonte primária
Raltegravir granulado para profilaxia da transmissao vertical do HIV
CONITEC relatorio n 831. Portaria SECTICS/MS 38/2023.
vigência 05/07/2023 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
A vinheta descreve uma consulta com um resultado alterado e pergunta a conduta ou a classificação de risco; a alternativa errada transforma o achado isolado em alto risco, ou trata o sinal de alerta como queixa fisiológica da gestação.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
É a carteirinha transcrita, e ela se lê na COLUNA do tempo, não linha a linha. Acompanhe a altura uterina consulta após consulta e compare com a idade gestacional ao lado: o que a questão quer é que você perceba o crescimento e a movimentação fetal ao longo das visitas, e identifique em que ponto a conduta registrada deixou de acompanhar o que a carteirinha mostrava. Note também o tabagismo anotado na primeira consulta e o que foi feito com ele nas seguintes.
dia 4 de 7 · 6 assuntos · 36 questões
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A banca descreve uma síndrome tóxica e espera que você a reconheça pelo conjunto de pupila, pele, secreção e nível de consciência.
O caso descreve um conjunto de achados sem nomear o agente: pupila, pele, secreções, temperatura e nível de consciência. Reconhecer a síndrome tóxica é a questão inteira, porque é ela que aponta o antídoto e a medida de suporte.
| Pupila e pele | Somado a | Toxíndrome |
|---|---|---|
| Pupila puntiforme, pele seca | Depressão respiratória e rebaixamento | Opioide |
| Pupila puntiforme, pele úmida | Sialorreia, broncorreia, vômito, diarreia, bradicardia | Colinérgica |
| Pupila dilatada, pele seca e quente | Agitação, retenção urinária, boca seca, rubor | Anticolinérgica |
| Pupila dilatada, pele suada | Agitação, taquicardia, hipertensão, hipertermia | Simpaticomimética |
para levar decorado
A pele molhada separa as duas pupilas pequenas
Pupila puntiforme aparece na intoxicação por opioide e na colinérgica; o que as separa na vinheta é a secreção — a colinérgica molha tudo, a opioide seca.
como já cobrou
A vinheta descreve o conjunto de achados sem nomear o agente e pergunta a hipótese ou o antídoto; a alternativa errada mais comum é pedir dosagem sérica, que existe mas chega tarde demais para a decisão.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Hemograma completo com ferro, ferritina e saturação de transferrina — e a leitura está na combinação, não em nenhuma linha isolada. As três séries estão baixas ao mesmo tempo, com volume corpuscular aumentado, e o perfil de ferro é normal. Isso afasta a explicação mais confortável para seis meses de cansaço num homem de meia-idade, que seria anemia por falta de ferro, e aponta para supressão da medula. Num assunto de intoxicação exógena, é esse achado que obriga a pergunta que a vinheta esconde: a que ele está exposto no trabalho.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O que decide é a transmissão vertical: quando tratar a gestante, quando tratar a parceria e o que muda na via de parto.
O eixo é a transmissão vertical, e a questão testa o que o obstetra muda: o tratamento, o momento e a via de parto. A adequação do tratamento é a bifurcação mais cobrada, porque ela decide o destino do recém-nascido.
| Infecção | O que reduz a transmissão | O que decide a via de parto |
|---|---|---|
| HIV | Antirretroviral com supressão da carga viral e profilaxia do recém-nascido | A carga viral próxima ao parto, não o diagnóstico em si |
| Sífilis | Tratamento adequado da gestante E da parceria, com tempo hábil antes do parto | Não muda a via; muda a investigação e o tratamento do recém-nascido |
| Hepatite B | Imunoprofilaxia do recém-nascido logo após o nascimento | Não muda a via de parto |
| Herpes genital | Terapia supressiva ao final da gestação quando indicada | Lesão ativa ou pródromo no momento do parto indica cesariana |
para levar decorado
A via de parto se decide por critério, não por diagnóstico
Nenhuma dessas infecções indica cesariana pelo simples fato de existir: o que indica é carga viral, lesão ativa ou indicação obstétrica.
como já cobrou
O enunciado traz uma gestante com sorologia positiva e uma dúvida sobre conduta ou via de parto; a alternativa errada generaliza a cesariana, ou considera tratada a sífilis em que só a gestante recebeu o esquema.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A cobrança separa o que é variação do desenvolvimento do que é transtorno, e o critério é o prejuízo funcional em mais de um ambiente.
O enunciado costuma vir pela queixa de um adulto — escola ou família — e pede o diagnóstico ou a conduta. O que separa a resposta certa das plausíveis é o prejuízo funcional em mais de um ambiente, e a idade em que aquele comportamento ainda é esperado.
| Eixo | Sugere variação esperada | Sugere transtorno |
|---|---|---|
| Ambientes | O comportamento aparece só num contexto | Aparece em casa e na escola |
| Prejuízo | Incomoda quem convive, sem limitar a criança | Limita aprendizado, convívio ou autonomia |
| Curso no tempo | Surge com uma mudança e cede em semanas | Persiste e acompanha o desenvolvimento |
| Contexto de cuidado | Ambiente estável, sem sinais de risco | Sinais de negligência ou violência exigem conduta própria |
para levar decorado
Um ambiente só é queixa; dois é critério
A exigência de prejuízo em mais de um contexto existe para separar o transtorno do problema relacional daquele ambiente — e é ela que a vinheta esconde ao trazer só a professora.
como já cobrou
A queixa chega pela escola ou pela família e a pergunta é diagnóstica ou de conduta; a alternativa errada mais frequente é iniciar medicação a partir do relato de um único ambiente.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A vinheta traz um quadro intestinal montado e pede a hipótese — o padrão da diarreia e os sinais de alarme separam funcional de orgânico.
A vinheta é montada com um padrão de hábito intestinal alterado e um detalhe que muda tudo. A banca quer ver se você procura o sinal de alarme antes de aceitar o diagnóstico funcional, que é o distrator mais confortável da lista.
| Padrão | Empurra para | Próximo passo |
|---|---|---|
| Dor que alivia com evacuação, alternância de hábito, sem alarme | Distúrbio funcional | Diagnóstico por critério clínico, sem colonoscopia de rotina |
| Diarreia crônica com sangue, febre e dor, em paciente jovem | Doença inflamatória intestinal | Investigação com marcadores, imagem e endoscopia fora do surto grave |
| Diarreia volumosa, gordurosa, com perda de peso e carência nutricional | Má absorção | Investigar doença celíaca e insuficiência pancreática |
| Mudança do hábito com anemia ferropriva em adulto de meia-idade | Neoplasia colorretal | Colonoscopia, sem etapa intermediária |
para levar decorado
Funcional é diagnóstico com critério, não sobra
O rótulo funcional exige preencher critérios e ausência de sinal de alarme; usá-lo como sobra do que não se investigou é o erro que a banca planta.
como já cobrou
A vinheta monta um quadro intestinal com um detalhe discordante no meio da história e pede a hipótese; o distrator confortável é o diagnóstico funcional, oferecido a um caso que traz sinal de alarme.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A conduta se decide por dois eixos: se há sinal de gravidade e qual a idade gestacional — e o tratamento definitivo é o parto.
A vinheta traz pressão alta na gestação com alguns achados e pergunta a conduta. Dois eixos decidem: existe sinal de gravidade e qual a idade gestacional. As alternativas costumam oferecer controle pressórico como se fosse tratamento da doença.
para levar decorado
O anti-hipertensivo protege a mãe; o parto trata a doença
Controlar a pressão evita o acidente vascular materno, mas a doença é da placenta — enquanto ela estiver lá, o quadro progride.
como já cobrou
O caso apresenta pressão alta na gestação com alguns achados e pergunta a conduta; as alternativas erradas concentram-se em normalizar a pressão e adiar a decisão sobre o parto, que é a decisão que importa.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O reconhecimento vem do padrão articular: quantas juntas, quais, se é simétrico e se há rigidez matinal prolongada.
O caso traz dor articular com um conjunto de características — número de articulações, simetria, tempo de rigidez, sinais fora da articulação — e pede a hipótese. O padrão articular é a questão; o exame laboratorial vem depois e não substitui.
| Padrão | Sugere | Cuidado |
|---|---|---|
| Poliartrite simétrica de pequenas articulações com rigidez matinal prolongada | Artrite reumatoide | Sorologia negativa não afasta: existem formas soronegativas |
| Monoartrite aguda com febre, calor e dor intensa | Artrite séptica até prova em contrário | Puncionar antes de tratar como crise de gota |
| Oligoartrite assimétrica de grandes articulações com dor lombar inflamatória | Espondiloartrite | A dor lombar que melhora com exercício é inflamatória, não mecânica |
| Dor que piora com uso e melhora com repouso, rigidez matinal curta | Osteoartrite | Não é o padrão inflamatório, e tratar como tal atrasa o diagnóstico |
para levar decorado
Uma junta quente e febril se pune, não se supõe
Monoartrite aguda febril tem artrite séptica como hipótese prioritária, e a punção articular é o que separa a infecção da crise microcristalina — assumir gota sem puncionar custa a articulação.
como já cobrou
O caso descreve dor articular com número de articulações, simetria e tempo de rigidez explícitos, e pede a hipótese; a alternativa errada costuma usar um exame laboratorial isolado para confirmar ou descartar.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Painel de autoanticorpos de um homem jovem com dor lombar que piora em repouso e melhora com movimento. Fator reumatoide e anti-CCP negativos afastam o padrão da artrite reumatoide; o anticorpo antinuclear positivo em título baixo é achado inespecífico e não sustenta lúpus sozinho; o HLA-B27 positivo é a linha que importa, porque casa com a dor lombar inflamatória do enunciado. Esta tabela ensina o inverso do que o aluno espera: aqui os negativos valem tanto quanto o positivo.
dia 5 de 7 · 6 assuntos · 36 questões
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A pergunta quase sempre é sobre conduta: qual tratamento iniciar, e o que investigar antes de chamar de depressão.
O caso descreve humor deprimido ou elevado com duração e prejuízo, e a pergunta é de conduta. A armadilha estrutural é o episódio de elevação escondido na história: ele não muda só a dose, muda a classe do tratamento inteiro.
para levar decorado
Pergunte pela euforia antes de prescrever
Antidepressivo isolado em quem tem transtorno bipolar pode desencadear mania, e a história de elevação do humor é a única coisa que separa os dois tratamentos.
como já cobrou
O caso descreve sintomas depressivos com um detalhe da história plantado de propósito — um período de energia aumentada, um exame alterado, um medicamento em uso — e pergunta a conduta; esse detalhe é o que muda a resposta inteira.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O reconhecimento vem do conjunto: aspecto do corrimento, odor, prurido e pH — cada quadro tem uma combinação própria.
O caso descreve o corrimento com detalhes que parecem decorativos e não são: aspecto, odor, prurido e pH formam a assinatura de cada quadro. A questão é de reconhecimento, e o distrator explora o sintoma mais chamativo isolado.
| Aspecto e sintoma | pH | Aponta |
|---|---|---|
| Acinzentado, homogêneo, odor que se acentua com base, pouco prurido | Elevado | Vaginose bacteriana |
| Branco em placas aderidas, prurido intenso, sem odor | Normal | Candidíase |
| Amarelo-esverdeado, bolhoso, com irritação e colo hiperemiado | Elevado | Tricomoníase, que é de transmissão sexual |
| Claro, sem odor, sem prurido, sem irritação | Normal | Conteúdo fisiológico: não tratar |
para levar decorado
Prurido sem odor é fungo; odor sem prurido é vaginose
Os dois sintomas mais lembrados apontam para lados opostos, e a vinheta costuma dar os dois para ver qual você usa.
como já cobrou
A vinheta descreve o corrimento com aspecto, odor e sintoma associado e pede a hipótese ou o tratamento; o distrator explora o sintoma mais chamativo isolado, em geral o prurido.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O recém-nascido chega com um conjunto de achados e a banca quer a conduta — qual investigar e o que tratar antes da confirmação.
O recém-nascido chega com achados inespecíficos e a história materna incompleta de propósito. A pergunta é de conduta, e o que a banca testa é se o tratamento materno foi adequado — critério que inclui a parceria e o momento em que ocorreu.
| Achado da história materna | Consequência | Conduta |
|---|---|---|
| Sífilis materna sem tratamento, ou com tratamento incompleto | Tratamento considerado inadequado | Investigação completa do recém-nascido e tratamento |
| Parceria não tratada | Também torna o tratamento materno inadequado | Mesma investigação completa, ainda que a mãe tenha recebido o esquema |
| Sorologia materna não repetida ao longo da gestação | Soroconversão tardia pode ter passado despercebida | Testar o recém-nascido e não assumir ausência |
| Recém-nascido assintomático ao nascer | Não afasta: boa parte se manifesta depois | Seguir a investigação indicada pela história materna |
para levar decorado
Parceria não tratada é mãe não tratada
O critério de tratamento adequado na sífilis materna inclui o tratamento da parceria, porque sem ele a reinfecção durante a gestação é esperada.
como já cobrou
O caso descreve um recém-nascido com achados inespecíficos e uma história materna deliberadamente incompleta, e pergunta a conduta; a resposta depende de julgar se o tratamento materno foi adequado, o que inclui a parceria.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Radiografia de ossos longos de um lactente que não move as pernas e chora à manipulação. Compare as metáfises e a cortical dos dois lados: as alterações são simétricas e acometem vários ossos ao mesmo tempo, com reação periosteal. Esse conjunto num bebê de dois meses com pseudoparalisia é sífilis congênita — e o que a figura decide não é o diagnóstico radiológico, é a pergunta seguinte, sobre como a mãe e a parceria foram tratadas na gestação.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A cobrança gira em torno de quem testar e do que fazer no mesmo dia do diagnóstico, incluindo o que rastrear além do próprio vírus.
São poucas questões deste assunto na base — a contagem orienta a leitura e não fecha um padrão. O que aparece nelas é conduta: quem testar, quando iniciar, o que profilaxiar. O desenho costuma oferecer uma razão para adiar, um exame pendente ou um paciente assintomático, e a resposta certa é a que não adia.
Sinal fraco: em 0% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
para levar decorado
O tratamento não espera o laboratório
A indicação de antirretroviral é para todos os diagnosticados; os exames servem ao acompanhamento e não são condição para começar.
Bictegravir/entricitabina/tenofovir alafenamida para HIV
Incorporacao de esquema antirretroviral em dose unica diaria. Portaria SECTICS/MS 89/2025.
vigência 03/11/2025 · fonte primária
PCDT PrEP oral a infeccao pelo HIV (atualizacao)
CONITEC relatorio n 939. Portaria SECTICS/MS 55/2024.
vigência 18/11/2024 · fonte primária
PCDT PEP a infeccao pelo HIV, IST e hepatites virais (atualizacao)
CONITEC relatorio n 883. Portaria SECTICS/MS 14/2024.
vigência 10/04/2024 · fonte primária
PCDT Manejo da infeccao pelo HIV em adultos - Modulo 1 Tratamento
CONITEC relatorio n 853. Portaria SECTICS/MS 56/2023.
vigência 20/10/2023 · fonte primária
Raltegravir granulado para profilaxia da transmissao vertical do HIV
CONITEC relatorio n 831. Portaria SECTICS/MS 38/2023.
vigência 05/07/2023 · fonte primária
PCDT PrEP de risco a infeccao pelo HIV (atualizacao)
CONITEC relatorio n 739. Portaria SCTIE/MS 90/2022.
vigência 30/08/2022 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
O enunciado oferece uma razão plausível para adiar — um exame pendente, um paciente assintomático, um resultado que ainda não chegou — e pergunta a conduta; a resposta certa é a que não adia.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A vinheta traz sangramento no início da gestação e a conduta depende de três coisas: colo aberto ou fechado, embrião viável e estabilidade da paciente.
A vinheta descreve sangramento no início da gestação e a conduta se decide por três coisas: colo aberto ou fechado, embrião viável e paciente estável. O erro cobrado é sempre agir antes de responder as três.
| Quadro | Colo e viabilidade | Conduta |
|---|---|---|
| Sangramento discreto, sem dor, paciente estável | Colo fechado, embrião viável | Expectante, com orientação e reavaliação |
| Sangramento com cólica progressiva | Colo aberto | Esvaziamento, porque a gestação já não é viável |
| Dor intensa, sinais de irritação peritoneal, instabilidade | Fora da cavidade | Gestação ectópica rota: conduta cirúrgica imediata |
| Útero maior que o esperado, com vesículas e sintomas exagerados | Sem embrião | Doença trofoblástica: esvaziamento e seguimento próprio |
para levar decorado
Colo fechado com embrião vivo se acompanha
Enquanto o colo estiver fechado e houver viabilidade, intervir interrompe uma gestação que seguiria — por isso a conduta é expectante e não cirúrgica.
como já cobrou
A vinheta traz sangramento no início da gestação com achados de exame e pergunta a conduta; a alternativa errada indica esvaziamento antes de confirmar a inviabilidade, ou ignora a instabilidade hemodinâmica.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A investigação segue uma sequência fixa, e a banca cobra o reconhecimento do ponto onde o eixo falhou.
A questão entrega uma paciente sem menstruação e alguns exames, e pede o passo seguinte da investigação. A sequência é fixa e o que se mede é o reconhecimento do ponto onde o eixo falhou — a resposta é sempre a etapa, não o diagnóstico final.
para levar decorado
Prolactina alta: primeiro a bula e a tireoide, depois a sela
Fármacos e hipotireoidismo elevam prolactina com frequência, e pedir imagem antes de afastá-los inverte a ordem e a relação custo-benefício.
como já cobrou
A questão entrega a paciente e alguns resultados e pergunta a etapa seguinte da investigação; a resposta é sempre um passo do algoritmo, e o distrator é o exame que resolveria a etapa errada.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
dia 6 de 7 · 6 assuntos · 36 questões
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A apresentação pode ser atípica e o traçado típico, e é o traçado com o quadro clínico que autoriza a reperfusão.
A amostra é pequena e o sinal, fraco — o que segue orienta a leitura e não fecha um padrão. O que aparece é o reconhecimento da síndrome coronariana em apresentação nem sempre típica, e a conduta que não pode esperar pelo laboratório.
Sinal fraco: em 18% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
para levar decorado
O supra decide antes do laboratório
No infarto com supradesnivelamento a indicação de reperfusão vem do traçado com o quadro clínico; aguardar o marcador só consome o tempo em que o miocárdio ainda era salvável.
como já cobrou
O caso traz dor torácica com um eletrocardiograma descrito e pergunta a conduta imediata; a alternativa errada espera o resultado do marcador para decidir, ou libera o paciente pelo traçado inicial normal.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Eletrocardiograma de doze derivações de uma mulher idosa com dor epigástrica e náusea — que é como o infarto se apresenta quando não se apresenta como dor no peito. Procure supradesnivelamento do segmento ST em derivações contíguas e o espelho da imagem recíproca nas opostas; é essa combinação que autoriza a reperfusão. A figura existe para provar que queixa atípica com traçado típico é infarto, e que esperar o marcador nesse cenário é perder tempo de miocárdio.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Parada de eliminação de gases e fezes com distensão e vômitos monta o quadro, e a banca quer saber quem opera e quem observa.
A vinheta traz parada de eliminação, distensão e vômito, com uma cirurgia prévia escondida na história. A pergunta separa quem opera de quem observa, e o critério é o sofrimento de alça, não o diagnóstico de obstrução.
| Situação | Achados | Conduta |
|---|---|---|
| Obstrução por brida, sem sofrimento de alça | Dor em cólica, sem febre, sem irritação peritoneal, exames sem acidose | Sonda, reposição e observação, com reavaliações seriadas |
| Sinais de estrangulamento | Dor contínua, febre, taquicardia, defesa, acidose ou leucocitose crescente | Cirurgia, sem prolongar o conservador |
| Obstrução por tumor ou hérnia encarcerada | História e exame físico apontam a causa mecânica fixa | Tratamento da causa; o conservador não resolve |
| Suspeita de íleo, não de obstrução mecânica | Ausência de ruídos, contexto pós-operatório ou metabólico | Tratar a causa; a cirurgia não tem papel |
para levar decorado
A cólica observa; a dor contínua opera
A mudança do caráter da dor — de cólica intermitente para contínua, com febre e taquicardia — é o sinal de que a alça está sofrendo, e ele encerra a conduta conservadora.
como já cobrou
A vinheta traz parada de eliminação com distensão e vômitos, esconde uma cirurgia prévia na história e pergunta a conduta; a alternativa errada opera todo mundo, ou insiste no conservador diante de sinal de estrangulamento.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Radiografia simples de abdome de uma idosa com parada de eliminação e emagrecimento nos meses anteriores. Veja alças distendidas com gás e o cólon esvaziado distalmente: é obstrução mecânica. O que a figura acrescenta ao caso não é o diagnóstico de obstrução, que a clínica já dava — é a pergunta sobre a CAUSA, porque emagrecimento com obstrução em idoso não é brida, e sem cirurgia prévia a hipótese de tumor sobe ao topo.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Toda questão se resolve identificando qual população o enunciado colocou embaixo da fração, porque é ela que nomeia a medida.
O sinal é fraco: na maior parte destas questões o classificador não reconheceu comando claro, então leia o que segue como orientação. O que se observa é memorização aplicada — escolher o indicador cujo denominador responde à pergunta feita, e não o indicador mais conhecido.
Sinal fraco: em 83% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| Pergunta do enunciado | Medida | O denominador |
|---|---|---|
| Qual o risco de adoecer neste período? | Incidência | A população sob risco |
| Qual a carga da doença hoje no serviço? | Prevalência | A população total |
| Dos que adoeceram, quantos morreram? | Letalidade | Os doentes |
| Qual o impacto da doença na população? | Mortalidade | A população total |
para levar decorado
A medida se reconhece pelo denominador
Incidência e prevalência têm a população no denominador; letalidade tem os doentes. Identificar o denominador da pergunta resolve a questão sem decorar definição.
como já cobrou
O enunciado descreve uma situação de serviço ou entrega um conjunto de dados e pergunta qual medida responde àquilo; a alternativa errada oferece a medida mais conhecida em vez da que tem o denominador certo.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Tabela de casos novos e de óbitos entre esses casos, por tipo de câncer, num município de população conhecida. Ela foi montada para que você escolha o denominador: com a população embaixo, você calcula incidência ou mortalidade; com os casos novos embaixo, você calcula letalidade. O câncer com mais casos não é o com maior letalidade, e é exatamente essa dissociação que a questão explora — quem responde pelo número maior erra.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
A lesão do impacto já aconteceu; o que a conduta ainda muda é a lesão que vem depois, e ela se previne com oxigenação e pressão.
A amostra é pequena e não autoriza afirmar padrão. O que se vê é a decisão sobre imagem e sobre o que fazer enquanto ela não sai — e a prioridade cobrada é sempre a da lesão que ainda pode ser evitada.
Sinal fraco: em 0% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
para levar decorado
A lesão secundária é a que você ainda pode evitar
A lesão do impacto já aconteceu; o que a conduta muda é a lesão que vem depois, e ela é causada principalmente por hipóxia e hipotensão.
como já cobrou
O caso descreve um traumatismo com alteração de consciência e sinais vitais alterados, e pergunta a próxima conduta; a alternativa errada corre para a imagem ou para a medida específica da lesão antes de corrigir oxigenação e pressão.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Tomografia de crânio sem contraste, corte axial, de um paciente que saiu consciente do acidente. Procure a coleção hiperdensa junto à tábua interna de um dos lados e, mais importante que ela, o EFEITO que ela produz: sulcos apagados, ventrículo comprimido e estruturas da linha média deslocadas. É o efeito de massa que transforma a imagem em urgência, e a lucidez inicial do enunciado é a armadilha — ela não protege ninguém.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O quanto o paciente usa a medicação de alívio é o termômetro do controle, e é ele que indica o passo seguinte do tratamento.
A amostra é pequena e o sinal é fraco, então leia o que segue como orientação. O que aparece é a classificação do controle e o passo de tratamento que ela indica, com o uso da medicação de resgate funcionando como termômetro.
Sinal fraco: em 27% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| O que a vinheta relata | Significa | Conduta |
|---|---|---|
| Sintomas ocasionais, resgate raro, sem despertar noturno | Controlado | Manter e reavaliar; considerar redução quando estável |
| Resgate frequente, sintomas na maioria dos dias, despertar noturno | Não controlado | Revisar técnica e adesão e então subir o degrau, com anti-inflamatório inalatório |
| Crise com fala entrecortada, uso de musculatura acessória, sonolência | Crise grave | Tratamento imediato e reavaliação contínua |
| Tórax silencioso na ausculta durante a crise | Fluxo insuficiente: gravidade | É sinal de piora, não de melhora |
para levar decorado
Resgate frequente é doença descontrolada, não doença leve
A necessidade de broncodilatador de alívio é o marcador clínico mais direto de falta de controle, e a conduta é o anti-inflamatório inalatório, não mais resgate.
PCDT Asma
CONITEC relatorio n 825. Portaria Conjunta SECTICS/SAES/MS 32/2023.
vigência 15/12/2023 · fonte primária
Mudança com data e fonte primária. Não medimos que ela será cobrada.
como já cobrou
A vinheta descreve a frequência de sintomas e o uso da medicação de resgate e pergunta a classificação ou o passo seguinte; a alternativa errada interpreta o uso frequente de resgate como doença leve.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O tratamento começa pela síndrome que está na frente, e a conduta só está completa quando alcança a parceria e as outras infecções.
São poucas questões, e o que segue orienta a leitura sem afirmar um padrão. O que se observa é conduta pela abordagem sindrômica: tratar o que a síndrome cobre sem esperar identificação do agente, e cuidar do que vem junto com o diagnóstico.
Sinal fraco: em 10% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| Síndrome | A lógica do tratamento | O que vem junto |
|---|---|---|
| Corrimento uretral ou cervical | Cobrir os agentes prováveis em conjunto, sem esperar identificação | Parceria tratada e rastreio das demais infecções |
| Úlcera genital | Cobrir o que a síndrome exige, orientado pelo aspecto e pela epidemiologia | Testagem para sífilis e HIV, com aconselhamento |
| Dor pélvica em mulher sexualmente ativa | Tratar a doença inflamatória pélvica com esquema que cubra os agentes envolvidos | Avaliar critério de internação e tratar a parceria |
| Verrugas anogenitais | Tratar a lesão pelo método disponível e adequado ao sítio | Rastreio do colo conforme a rotina e orientação sobre vacina |
para levar decorado
Tratar sem a parceria é adiar a reinfecção
A abordagem sindrômica só interrompe a cadeia se a parceria entrar na mesma conduta — por isso ela faz parte da resposta, não do aconselhamento.
como já cobrou
A vinheta traz uma síndrome e pergunta o tratamento; a alternativa errada trata apenas o agente mais provável, ou trata só o paciente e deixa a parceria fora da conduta.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
dia 7 de 7 · 6 assuntos · 36 questões
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
No trauma de extremidade quem decide a questão é o exame neurovascular, e a complicação cobrada é sempre a que não pode esperar pelo ambulatório.
A amostra é pequena e o sinal é fraco, então trate o que segue como orientação de leitura e não como padrão fechado. O que aparece é trauma de extremidade com uma complicação escondida entre as alternativas, e o que se cobra é o exame neurovascular e o reconhecimento do que não pode esperar pelo ambulatório.
Sinal fraco: em 9% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
para levar decorado
Dor que não cabe no trauma é compartimento
A dor desproporcional é o primeiro sinal da síndrome compartimental e aparece antes da perda de pulso — esperar o pulso sumir é esperar tarde demais.
como já cobrou
A vinheta traz um trauma de membro com um achado discreto no exame neurovascular e pergunta a conduta; a alternativa errada imobiliza e libera, tratando o achado como parte esperada do trauma.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Sensibilidade e especificidade são propriedades do teste; valor preditivo é do paciente — e é essa diferença que quase toda questão do assunto explora.
A amostra é pequena e não sustenta afirmar um padrão fechado. O que se vê nela é raciocínio: escolher o exame pelo que ele faz com a probabilidade da doença naquele paciente, e não pela acurácia isolada impressa na bula.
Sinal fraco: em 40% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| Propriedade | Serve para | Depende da prevalência? |
|---|---|---|
| Sensibilidade | Afastar a doença quando o resultado é negativo | Não |
| Especificidade | Confirmar a doença quando o resultado é positivo | Não |
| Valor preditivo positivo | Dizer o que significa um positivo NAQUELE paciente | Sim |
| Valor preditivo negativo | Dizer o que significa um negativo NAQUELE paciente | Sim |
para levar decorado
Sensível para afastar, específico para confirmar
O teste muito sensível quase não deixa passar doente, então o negativo dele afasta; o muito específico quase não acusa quem é sadio, então o positivo dele confirma.
como já cobrou
O enunciado apresenta um cenário clínico e um resultado, e pergunta o que ele significa ou qual exame escolher; a alternativa errada aplica a um paciente de consultório o valor preditivo medido numa população com outra prevalência.
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como ler
É a tabela de contingência do estudo: teste novo nas linhas, infecção verdadeira nas colunas. As quatro caselas são verdadeiro-positivo, falso-positivo, falso-negativo e verdadeiro-negativo, e cada medida sai de uma direção diferente da tabela. Sensibilidade e especificidade se calculam por COLUNA — entre os doentes e entre os sadios; valor preditivo se calcula por LINHA — entre os que testaram positivo e entre os que testaram negativo. Errar a direção da leitura é o que a questão está medindo, e é por isso que vale marcar a tabela antes de contar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O que decide é separar o que é viral do que pede antibiótico, e a maioria das questões cobra a contenção da prescrição.
O caso é um quadro respiratório alto e a pergunta é se entra antibiótico. A maioria das questões cobra contenção da prescrição, e as alternativas oferecem um critério isolado — tempo, cor da secreção, febre — como se bastasse.
| Achado | Indica antibiótico? | Por quê |
|---|---|---|
| Secreção nasal purulenta | Não por si só | Faz parte da evolução natural do quadro viral |
| Sintomas que persistem sem melhora além do esperado | Contribui | É um dos critérios, mas isolado não decide |
| Piora depois de uma melhora inicial | Contribui muito | É o padrão que sugere infecção bacteriana secundária |
| Quadro grave desde o início, com febre alta e dor intensa | Contribui | A gravidade entra na decisão junto dos demais |
para levar decorado
Piorar depois de melhorar vale mais que a cor da secreção
A curva do quadro é o que discrimina: o viral melhora progressivamente, e a piora após melhora é o padrão que sugere complicação bacteriana.
como já cobrou
O caso descreve um quadro respiratório alto com duração e características explícitas e pergunta se entra antibiótico; a alternativa errada usa um critério isolado — cor da secreção ou tempo — como se bastasse.
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rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
O que se registra como escolha do paciente costuma ser condição de vida, e é isso que a vinheta pede que você enxergue.
O sinal é fraco nesta amostra, então o que segue orienta a leitura e não fecha um padrão. O que aparece é a aplicação dos determinantes sociais a um caso concreto: um paciente que não adere, não retorna ou reincide, e a pergunta sobre o que explica aquilo.
Sinal fraco: em 83% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
| O que se registra | O que investigar | O que muda a conduta |
|---|---|---|
| Não adesão ao tratamento | Custo, transporte, jornada, compreensão da receita | Ajustar esquema, aproximar o acesso, envolver a equipe |
| Faltou à consulta | Horário incompatível com o trabalho, distância, cuidado com filhos | Busca ativa e agenda que caiba na vida da pessoa |
| Não segue a dieta | Insegurança alimentar e o que existe no território | Articulação intersetorial, não repetição da orientação |
| Reincide no mesmo agravo | Moradia, saneamento, exposição no trabalho | Vigilância e ação sobre a condição, não sobre o comportamento |
para levar decorado
Antes de escrever não adesão, procure a barreira
O que se registra como escolha do paciente costuma ser condição de vida — e é essa a diferença entre uma conduta que funciona e uma orientação repetida.
como já cobrou
A vinheta apresenta um paciente que não adere, não retorna ou reincide e pede a interpretação ou a conduta; a alternativa errada explica o adoecimento pela escolha individual e propõe mais orientação.
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como ler
Curva da mortalidade por tuberculose ao longo de um século, com três marcos anotados no eixo do tempo. O que a questão cobra está na POSIÇÃO dos marcos em relação à curva: a queda já vinha acontecendo muito antes da identificação do bacilo e décadas antes da quimioterapia. O gráfico é a demonstração de que melhora de moradia, nutrição e condições de trabalho explica boa parte do declínio — e responder que a curva caiu por causa do tratamento é justamente o erro que ele foi desenhado para pegar.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
É priorização: a estabilidade hemodinâmica decide se o paciente vai para exame ou direto para a sala de cirurgia.
O enunciado dá um traumatizado com sinais vitais explícitos e oferece exames nas alternativas. A estabilidade hemodinâmica é a chave: ela decide entre investigar e operar, e o distrator é sempre o exame mais completo.
para levar decorado
Tomografia é exame de paciente estável
Transportar o instável para a tomografia gasta o tempo que ele não tem; a sala de cirurgia é onde o sangramento se resolve.
como já cobrou
O enunciado dá um traumatizado com sinais vitais explícitos e oferece exames nas alternativas; o distrator é sempre o exame mais completo, oferecido a quem não tem tempo de fazê-lo.
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como ler
Tomografia de abdome de uma vítima de trauma contuso, fotografada de uma página impressa — a qualidade é a da fonte, e ainda assim o que decide está visível: área heterogênea no parênquima hepático, compatível com laceração. A leitura útil não é graduar a lesão pela imagem: é lembrar que esta tomografia só existe porque a paciente estava estável o bastante para fazê-la. Em quem não está, a mesma lesão vai para a sala de cirurgia sem passar por aqui.
rascunho Este texto foi gerado e ainda não passou por revisão médica. Ele está visível para revisão, não para estudo definitivo.
Sangramento fora do padrão pede primeiro que se responda em que fase da vida a paciente está, porque é isso que separa investigar de tratar.
A amostra é pequena e a leitura abaixo vale como orientação, não como padrão estabelecido. O que aparece é a investigação: a idade e o risco para câncer de endométrio decidem se o caso pede tratamento ou avaliação da cavidade, e é essa bifurcação que a vinheta constrói.
Sinal fraco: em 18% das questões o classificador não reconheceu um comando claro. A contagem orienta a leitura; ela não fecha um padrão.
para levar decorado
Depois da menopausa, sangramento é endométrio até prova em contrário
Fora da idade fértil o sangramento perde a explicação hormonal cíclica, então a avaliação do endométrio deixa de ser opcional.
como já cobrou
A vinheta descreve alteração do padrão menstrual e pergunta o próximo passo; a bifurcação está entre tratar e investigar a cavidade, e o que decide é a idade somada aos fatores de risco.
Abre no app, com o gabarito só depois da sua resposta. Pede entrar.

como ler
Hemograma de uma mulher na pós-menopausa com sangramento ativo — e ele está normal. É a figura mais fácil de ler errado do material, porque o aluno procura a alteração e conclui que o caso é leve. O que ela diz é outra coisa: a paciente não está anemiada nem plaquetopênica, então nada no laboratório explica ou desculpa o sangramento, e a investigação do endométrio continua obrigatória. Exame normal não encerra caso.
As atualizações clínicas são fatos com data e fonte primária. Elas não entram no score de previsão e não afirmamos que serão cobradas.
As 19 mudanças aparecem junto do assunto a que se referem, ao longo dos 7 dias.